Não. Embora a autonomia seja importante para o crescimento, a liberdade digital total sem qualquer supervisão apresenta riscos significativos para o desenvolvimento do adolescente.
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Falta de maturidade cognitiva: O cérebro do adolescente ainda está a desenvolver a área responsável pelo controlo de impulsos e avaliação de riscos a longo prazo.
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Exposição a perigos: Sem limites, os jovens ficam vulneráveis a conteúdos inadequados (violência, pornografia), ciberbullying e contacto com desconhecidos mal-intencionados.
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Impacto na saúde: A ausência de regras cruza-se frequentemente com a privação de sono, sedentarismo e dependência tecnológica.
O ideal: Em vez de proibição ou liberdade total, deve aplicar-se uma autonomia progressiva, onde os limites são ajustados à medida que o jovem demonstra responsabilidade e maturidade.