O preço milionário de certas obras de arte no mercado internacional não se deve ao custo dos materiais utilizados, mas sim a uma combinação de fatores intangíveis:
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Escassez e exclusividade: Obras de artistas históricos já falecidos (como Leonardo da Vinci ou Vincent van Gogh) são finitas. A impossibilidade de criar novas peças faz com que a procura supere drasticamente a oferta disponível.
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Importância histórica e proveniência: O valor aumenta se a obra marcou uma rutura na história da arte (como o primeiro quadro cubista) ou se pertenceu a coleções de reis, museus prestigiados ou colecionadores famosos.
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Especulação e validação do mercado: O mercado da arte é regulado por uma rede de galeristas, críticos, curadores de grandes museus e casas de leilões (como a Christie’s ou a Sotheby’s) que validam a relevância de um artista, transformando as suas obras em ativos financeiros seguros para investidores.