As bebidas energéticas modernas nasceram na Ásia (Japão e Tailândia) no pós-guerra, inicialmente criadas como tónicos medicinais para aumentar a produtividade dos trabalhadores fabris. O conceito foi globalizado na década de 1980 com o lançamento da Red Bull. Contudo, o seu consumo excessivo acarreta riscos sérios para a saúde:
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Sobrecarga cardiovascular: A altíssima concentração de cafeína combinada com estimulantes como a taurina pode provocar palpitações, taquicardia, arritmias e aumento perigoso da tensão arterial.
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Picos de açúcar e quebra de energia: A maioria destas bebidas contém elevados níveis de açúcar, o que gera um pico de energia imediato seguido de uma quebra abrupta (crash), causando fadiga e irritabilidade.
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O perigo da mistura com álcool: Combinar energéticos com bebidas alcoólicas é altamente arriscado. A cafeína mascara os efeitos sedativos do álcool, fazendo com que a pessoa se sinta falsamente sóbria e consuma quantidades de álcool potencialmente letais.