A transformação do café de uma planta silvestre na Etiópia para um fenómeno global deveu-se a rotas comerciais, revoluções sociais e à necessidade de produtividade:
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A expansão árabe e os cafés: Descoberto na Etiópia, o café foi cultivado no Iémen e espalhou-se pelo Império Otomano. Os primeiros “cafés” (Kaveh Kanes) surgiram como centros de debate político, xadrez e música, criando o conceito moderno de espaço de convívio social.
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O Iluminismo e a Revolução Industrial: Ao chegar à Europa no século XVII, o café substituiu o consumo diário de cerveja e vinho ao pequeno-almoço. A cafeína forneceu a energia e a sobriedade necessárias para os intelectuais do Iluminismo e, mais tarde, para os operários fabris trabalharem longas horas na Revolução Industrial.
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Cultura To-Go e Globalização: No século XXI, redes internacionais de cafetarias transformaram o café num símbolo de estilo de vida urbano e num produto personalizável, consolidando a sua universalidade.