Estes dois períodos artísticos representam filosofias e abordagens estéticas profundamente diferentes sobre o que deve ser a arte:
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Arte Clássica (Grécia Antiga ao século XIX): Foca-se na busca pela beleza ideal, simetria, proporção e perfeição técnica. O artista clássico procura dominar a técnica para representar o mundo de forma realista ou idealizada, recorrendo frequentemente a temas mitológicos, religiosos ou históricos.
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Arte Contemporânea (Pós-Segunda Guerra Mundial até à atualidade): Prioriza o conceito, a ideia e a experiência sobre a estética ou a técnica tradicional. Utiliza novos suportes (instalações, videoarte, performance, arte digital) e procura chocar, questionar ou interagir diretamente com o público, defendendo que “tudo pode ser arte” desde que gere reflexão.